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CNMP debate IA, inovação e comunicação pública no 4º Conacomp
Evento reúne, pela primeira vez, representantes de comunicação do Ministério Público de todos os estados.
Evento reúne, pela primeira vez, representantes de comunicação do Ministério Público de todos os estados.
Profissionais do Direito que acompanham decisões como essa sabem que cada audiência, sustentação oral ou depoimento gerado a partir desse tipo de precedente também precisa ficar bem documentado. É exatamente nesse ponto que entra o trabalho de degravação: transformar a gravação de uma audiência em um texto fiel, pesquisável e citável no processo.
Fonte oficial: esta página tem como base informações divulgadas publicamente por Conselho Nacional do Ministério Público.
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Trechos da publicação oficial
O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) realiza, entre os dias 26 e 28 de agosto, a 4ª edição do Congresso Nacional de Comunicadores do Ministério Público Brasileiro (Conacomp), sediado em Palmas (TO), no Ministério Público do Estado do Tocantins (MPTO). Pela primeira vez, o evento reúne representantes das áreas de comunicação de unidades do Ministério Público de todos os estados. Depois de passar por Santa Catarina, Minas Gerais e Bahia, o Conacomp chegou ao Tocantins em sua 4ª edição, com o tema “Comunicação pública: inovação, governança e desafios na era da inteligência artificial”. O congresso promove debates sobre os desafios da comunicação institucional diante das transformações tecnológicas e sociais e incentiva o intercâmbio de experiências entre profissionais do Ministério Público brasileiro. Na abertura do encontro, realizada no dia 26, o secretário-geral do CNMP, Michel Betenjane Romano, destacou a Comunicação Social e a Tecnologia da Informação como pilares do Ministério Público. “Sem esses dois pilares, nenhuma instituição consegue sobreviver às transformações do tempo”, avaliou. O presidente da Comissão de Planejamento Estratégico (CPE), conselheiro Márcio Barra Lima, também ressaltou a importância da comunicação para o Ministério Público. Segundo ele, o fortalecimento da comunicação contribui para a unidade institucional diante das transformações sociais e para a aproximação com a sociedade. Ainda durante a abertura, o chefe de gabinete do MPTO, promotor de Justiça Juan Aguirre, deu as boas-vindas aos participantes e ressaltou a importância do encontro para a troca de experiências e o fortalecimento da comunicação institucional. “Guardadas as particularidades de cada Estado e de cada ramo do Ministério Público, temos o mesmo propósito, os mesmos deveres e a responsabilidade de nos conectar com o cidadão sob os princípios da comunicação pública”, afirmou. A coordenadora do Comitê de Políticas de Comunicação Social (CPCOM) e secretária de Comunicação Social do CNMP, Natália Senna, destacou a trajetória do Conacomp, o amadurecimento da iniciativa e seu propósito de disseminar experiências bem-sucedidas entre as unidades do Ministério Público. “Semear boas práticas por todo o país”, resumiu. Também participaram das atividades pelo CNMP o membro colaborador da CPE, Gustavo Nogami, e o coordenador administrativo da Comissão de Preservação da Autonomia do Ministério Público (Cpamp), João Barbosa Lima. Palestras de abertura A programação do primeiro dia contou com palestras voltadas à produção de conteúdo e ao aprimoramento da comunicação institucional. O jornalista Fábio Gusmão apresentou os bastidores da reportagem sobre Dona Joana, idosa do Rio de Janeiro que enfrentava traficantes da janela do apartamento, registrava a movimentação do tráfico e denunciava a ausência de resposta das autoridades. Produzida após um ano e meio de convivência com a personagem, a reportagem recebeu prêmios e teve repercussão internacional. A história também deu origem a um livro e ao filme Vitória, lançado em 2025 e estrelado por Fernanda Montenegro. A escrita criativa foi tema da palestra da jornalista Isabel Clemente. A proposta foi discutir formas de tornar os textos mais envolventes, com o uso de emoção, detalhes e elementos capazes de aproximar o leitor das histórias. Entre as estratégias apresentadas estão conquistar a atenção do leitor desde o início, evitar clichês, eliminar palavras dispensáveis, utilizar frases mais curtas e incorporar diferentes perspectivas à narrativa. “As histórias nos permitem acessar a mente das pessoas”, afirmou. Ao tratar da apuração jornalística, ela recomendou: “Deixe que o leitor veja o que você viu na apuração”. Integração e boas práticas Promovido pelo Comitê de Políticas de Comunicação Social (CPCOM), vinculado à Comissão de Planejamento Estratégico do CNMP, o Conacomp conta, nesta edição, com a parceria do MPTO, responsável por sediar o encontro. O congresso reúne profissionais de comunicação dos Ministérios Públicos dos estados e dos ramos do Ministério Público da União, além da Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU). Participam profissionais de jornalismo, assessoria de imprensa, publicidade, criação visual, mídias digitais e sociais, audiovisual, comunicação interna e gestão da comunicação. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a comunicação pública no Ministério Público brasileiro, ampliar a integração entre as unidades, estimular o compartilhamento de experiências e disseminar boas práticas. A programação também aborda os impactos das novas tecnologias, da inteligência artificial e da modernização institucional sobre a comunicação pública. *Com informações do MPTO
Conacomp já reúne 85 comunicadores inscritos na edição de 2026
Inscrições abertas para a 4ª edição do Congresso Nacional de Comunicadores do Ministério Público
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Sobre o Conselho Nacional do Ministério Público
O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) é o órgão de controle da atuação administrativa e financeira do Ministério Público brasileiro. Criado pela Emenda Constitucional 45/2004, zela pela autonomia funcional e pela unidade do MP, e divulga resoluções, ações de fiscalização e iniciativas institucionais.
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