Imagem: Agência Brasil — Editoria de Justiça (EBC)
O Tribunal do Júri de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, condenou a 28 anos de prisão o ex-policial civil José Ricardo Silva Ribeiro pelo homicídio qualificado e feminicídio da ex-mulher Luanda Bitencourt Mota Ribeiro. O crime ocorreu em fevereiro de 2022 e foi motivado por ciúme excessivo. O casal estava separado, após 22 anos de relacionamento, e tinha dois filhos. Notícias relacionadas: São Paulo registra dois novos casos de feminicídio . Cristo Redentor iluminado na cor laranja alerta contra o feminicídio. Estado de São Paulo teve 10% mais feminicídios no 1º semestre de 2026. De acordo com a denúncia, José Ricardo premeditou o crime. Ele sabia que a ex-esposa era mensalista de um estacionamento, no Centro de Campos, e ficou escondido nas proximidades. Assim que ela estacionou, José Ricardo invadiu o veículo e atingiu a vítima com vários tiros. Testemunhas classificaram o assassino como uma pessoa ciumenta e possessiva. Violência doméstica A denúncia apresentou provas de que a vítima vivia num ambiente de violência doméstica. “Constata-se que o crime, praticado no contexto da violência doméstica e familiar, ocorreu por motivo torpe, qual seja, vingança oriunda de ciúme possessivo.”
O Tribunal do Júri de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, condenou a 28 anos de prisão o ex-policial civil José Ricardo Silva Ribeiro pelo homicídio qualificado e feminicídio da ex-mulher Luanda Bitencourt Mota Ribeiro. O crime ocorreu em fevereiro de 2022 e foi motivado por ciúme excessivo. O casal estava separado, após 22 anos de relacionamento, e tinha dois filhos. Notícias relacionadas: São Paulo registra dois novos casos de feminicídio . Cristo Redentor iluminado na cor laranja alerta contra o feminicídio. Estado de São Paulo teve 10% mais feminicídios no 1º semestre de 2026. De acordo com a denúncia, José Ricardo premeditou o crime. Ele sabia que a ex-esposa era mensalista de um estacionamento, no Centro de Campos, e ficou escondido nas proximidades. Assim que ela estacionou, José Ricardo invadiu o veículo e atingiu a vítima com vários tiros. Testemunhas classificaram o assassino como uma pessoa ciumenta e possessiva. Violência doméstica A denúncia apresentou provas de que a vítima vivia num ambiente de violência doméstica. “Constata-se que o crime, praticado no contexto da violência doméstica e familiar, ocorreu por motivo torpe, qual seja, vingança oriunda de ciúme possessivo.”
Decisões do Agência Brasil como essa costumam repercutir diretamente na rotina de escritórios de advocacia, gerando novas teses, novos pedidos e, consequentemente, novas audiências e oitivas a serem registradas e transcritas com precisão.
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